Antes que um PC nos separe

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Por Ricardo Prado
 
O que a Espanha faz para que escolas e professores entrem na era digital de seus alunos


MADRILENHA.CE44.jpgNossa educação é feita em escolas do século XIX, com professores do século XX e alunos do século XXI.” Esta frase tornou-se uma espécie de mantra repetido durante os três dias do V Congresso Internacional Educarede, que reuniu cerca de 2 mil professores na capital da Espanha, em novembro de 2009. A frase pareceu perfeita para mostrar o desafio que seria debater o uso educacional das tecnologias da informação e comunicação (abreviadas pelo versátil acrônimo TIC); mas também porque, nesses encontros sobre tecnologia na escola, fica cada vez mais patente a incômoda inversão de papéis entre mestres e alunos. A maioria dos professores, na Espanha, no Brasil e pelo mundo afora, ainda persegue as habilidades e competências proporcionadas e/ou exigidas pelas TIC que seus alunos já manejam antes mesmo de ingressar na escola. E esses continuam a explorar a fronteira dos recursos de computadores e redes virtuais, sempre alguns passos adiante de seus mestres.

Mas já existem algumas ilhas de excelência, nas quais escola, professores e alunos parecem coabitar o mesmo século. CartaCapital foi conhecer uma delas, o Colégio Montserrat 1, em Madri, mantido pela Fundación Hogar del Empleado, uma instituição sem fins lucrativos criada com o objetivo de oferecer educação de qualidade para populações pobres, quase sempre formadas por filhos de imigrantes. Graças ao seu estatuto de escuela concertada, a Montserrat 1, mesmo sendo privada, recebe recursos públicos, o que permite que 100% de seus 960 alunos sejam bolsistas. Também recebe ajuda da Fundação Telefônica, que há quatro anos investe no aparelhamento tecnológico e na aprendizagem desses recursos pelos professores.

Todas as salas de aula da escola possuem lousa digital. Já o uso de laptops é compartilhado a cada grupo de quatro ou cinco alunos. Segundo o diretor, Carlos Díaz, foi uma escolha do corpo docente da escola não ter um laptop por aluno. “Dessa forma, acreditamos que podemos incentivar o trabalho em equipe desde cedo”, explica, antes de abrir a porta da sala onde o professor de matemática, Garcia Villás, acaba de espetar seu pen drive na lousa digital, iniciando mais uma aula com sua turma de 6ª série.

Procurando abstrair a presença dos jornalistas, incluindo uma equipe de televisão do noticiário peruano Cuarto Poder, Garcia exibe, primeiro, algumas imagens que extraiu da internet para ilustrar o tema do dia: os conceitos de máximo divisor comum e mínimo denominador comum. O professor possui uma versão inteiramente digitalizada do livro didático que repousa nas carteiras de cada aluno e com desenvoltura vai abrindo as páginas referentes aos exercícios que a turma fez em casa.

A sala encontra-se inteiramente dividida em blocos de quatro carteiras agrupadas, e a maioria das atividades é desenvolvida em grupo. Garcia chama alguns alunos à lousa digital, que pode ser rabiscada à vontade com uma caneta especial em sua tela branca. Ao lado, quase inútil, a velha lousa verde permanece vazia, como uma lembrança da época em que se ensinava com a dupla “saliva e giz”.

Em outra sala visitada pela reportagem, pertencente às turmas de educação infantil, apenas quatro alunos aprendem outros conceitos de matemática, bem mais básicos. Coisas tão elementares como contar o número de patinhos em um lado da lousa digital e escrever o numeral correspondente no outro lado, mas que parecem extremamente difíceis para duas das crianças. São meninos autistas, com dificuldade de concentração e aprendizagem, e se encontram em suas aulas de reforço, quando recebem uma atenção especial do professor Ramiro Gómez, formado em Pedagogia Terapêutica. Há, também, cuidados da direção em relação às crianças com alguma necessidade especial: é proibido fotografá-las.

Nessa segunda sala de aula, o uso das TIC encontra-se em uma etapa ainda mais evoluída: foi o próprio Ramiro quem desenvolveu o software ilustrado e divertido com que estimula seus alunos em busca da resposta correta. O que o professor Ramiro já faz, criar seu próprio repertório de materiais didáticos, o Ministério da Educação da Espanha pretende que outros docentes também façam. Amparado por pesquisas que revelam que apenas um terço dos professores espanhóis faz uso semanal das TIC em sala de aula, o ministério criou o ambicioso Programa Escuela 2.0, que, apenas para o biênio 2009-2010, já conta com um orçamento de 200 milhões de euros (aproximadamente, 523 milhões de reais) para desembarcar escolas e professores no ambiente virtual já vivido por seus alunos. Além de investir na infraestrutura tecnológica, visando transformar todas as escolas espanholas em salas de aprendizagem virtuais, com acesso à banda larga e laptops para alunos e professores, o programa vem investindo na criação de materiais didáticos intercambiáveis, cujos módulos podem ser realocados e modificados à vontade pelos professores, de acordo com o perfil de seus alunos e as necessidades de seus projetos. Formatados em soft­wares livres, pretende-se que esses materiais possam ser melhorados progressivamente por professores cada vez mais integrados à interativa escola do século XXI. Claro, desde que a conexão não caia.

I Encontro de Professores de Geografia da Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro

terça-feira, 27 de abril de 2010

 
Maiores informações: http://agb-rio.webnode.com.br/agenda-de-eventos/

[Informes da AGB-Rio] 3° Simpósio Iberoamericano de História da Cartografia

segunda-feira, 26 de abril de 2010

3° Simpósio Iberoamericano de História da Cartografia

Universidade de São Paulo / 26 a 30 de abril de 2010

Programação

Segunda-feira 26 de abril

9h30 Ato de abertura

Profs. Drs. Sandra Margarida Nitrini, Diretora da FFLCH
Jurandyr Luciano Sanches Ross, Chefe do Departamento de Geografia
Antonio Carlos Robert Moraes, Coordenador do Laboratório de Geografia Política e Presidente da Comissão Organizadora do 3º SIAHC

10h00 Conferência de Abertura

Prof. Dr. Nestor Goulart Reis Filho, Professor Titular da FAU/USP

Apresentação: Prof. Dr. Antonio Carlos Robert Moraes

14h00 Mesa Redonda
A Cartografia na História da América Latina

Quinta pars o terrae incognitae? La cuestión de la verosimilitud en la representatación cartográfica de las geografias desconocidas
Profa. Dra. Carla Lois, Universidade de Buenos Aires

Estudos de 'Cartographia' no Mundo Ibero-Americano
Prof. Dr. João Carlos Garcia, Universidade do Porto

La cartografía española del Caribe a finales del siglo XVIII, el conflicto entre modernidad y absolutismo
Prof. Dr. Camilo Dominguez Ossa, Universidade Externado da Colômbia

Coordenador: Prof. Dr. Manoel Fernandes Sousa Neto, DG/FFLCH/USP

19h00 Conferência

Dois cartógrafos negros na côrte do rei D. Manuel I de Portugal (1495-1521)
Prof. Dr. Rafael Moreira, Universidade Nova de Lisboa

Apresentação: Prof. Dr. Mario De Biasi, DG/FFLCH/USP

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Terça-feira 27 de abril

Comunicações Livres

Mesa 1 – 8h30 às 10h45 – Sala 9
Cartografia Escolar

A cartografia escolar no Brasil: origens históricas e debates metodológicos
Aldo Gonçalves de Oliveira e Maria Adailza Martins de Albuquerque

Cartografia em livros didáticos publicados entre 1824 até 2002
Levon Boligian & Rosangela Doin de Almeida

Cartografia e agricultura: uma leitura dos atlas escolares brasileiros
Valéria Trevizani Burla de Aguiar & Maria Aparecida de Almeida Gonçalves

Coordenadora: Prof. Dr. Maria Elena Simielli, DG/FFLCH/USP

Mesa 2 – 11h00 às 12h30 – Sala 9
Cartografia Anarquista: Charles Perron e Élisee Reclus

Charles Perron e a Cartografia do Brasil na Nouvelle Géographie Universelle
Marcelo Miyahiro

«Eliseo Reclus y la geografía de Colombia»: blog de la investigación
David Alejandro Ramírez Palacios

Coordenadora: Prof. Dr., Valeria de Marcos, DG/FFLCH/USP

Mesa 3 – 8h30 às 10h30 – Sala 7
Cartografia de Fronteira e Formação Territorial do Brasil (I)

A terra figurada: a cartografia na implantação de núcleos urbanos na capitania de São Paulo (1765-1775)
Maria Fernanda Derntl

A construção da fronteira no centro da América do Sul: as representações espaciais e a territorialização de ambientes coloniais na primeira metade do século XVIII
Tiago Kramer de Oliveira

Colonial comarca dos ilhéus (1763-1808): representações cartográficas como táticas de intervenção territorial em zona de fronteira
Caio Figueiredo Fernandes Adan

Os engenheiros militares e a produção cartográfica na segunda metade dos oitocentos: dos vastos sertões e territórios contíguos à definição dos limites fronteiriços do território Nacional
Juçara Nair Wollf

Coordenadora: Prof. Dr. Claudia Damasceno, Universidade de Paris 3 – Sorbonne Nouvelle

Mesa 4 – 10h30 às 12h30 – Sala 7
Cartografia de Fronteira e Formação Territorial do Brasil (II)

Desenhando o Ceará
Clovis Ramiro Jucá Neto

Cartografia e geografia histórica: um olhar sobre a economia e ocupação territorial da província do Ceará no período anterior à Independência do Brasil
Mauricio Caetano dos Santos

Santa Catarina: dimensões de uma unidade colonial (1738-1807)
Augusto da Silva

Cartografia, Sesmarias, tributos e poder na região da caldeira vulcânica de Poços de Caldas-MG – séc. XVIII-XIX
Carlos Eduardo Rovaron

Coordenadora: Prof. Dr., Claudia Damasceno, Universidade de Paris 3 – Sorbonne Nouvelle

Mesa 5 – 8h30 às 10h45 – Sala 1
História da Cartografia na América Latina (I)

La representación de México en atlas y libros de texto del siglo XIX. Hacia una construcción de la identidad
José Omar Moncada Maya & Irma Escamilla Herrera

La transcripción cartográfica: el uso de vistas y fotos en el trabajo de los topógrafos dirección de minas, geología e hidrología de la República Argentina en la primera mitad del siglo XX
Malena Mazzitelli Mastricchio

A instituição das coordenadas geográficas modernas, mapeamento náutico e os objetivos da U. S. Exploring Expedition – a primeira viagem científica de circunavegação norte-americana (1838-1842)
Mary A. Junqueira

Coordenador: Prof. Dr. Paulo Bomfim, IFSP

Mesa 6 – 11h00 às 12h30 – Sala 1
História da Cartografia na América Latina (II)

Omnia fer taetas – O tempo tudo traz: a mostragem de cartografia histórica como propedêutica do conhecimento em alguns exemplares da historiografia brasileira
Caio Graco Valle Cobério

A questão da longitude na expansão territorial da américa portuguesa: o tratado de Madri e o mapeamento da china
Renato Pereira Brandão

Coordenador: Prof. Dr. Paulo Bomfim, IFSP

Mesa 7 – 8h30 às 10h30 – Sala 6
Acervos Cartográficos

Levantamento inicial do material cartográfico renascentista presente no acervo da Biblioteca Nacional
Ana Cristina Campos Rodrigues

O acervo cartográfico da Coleção Benedito Ottoni na Biblioteca Nacional
Maria Dulce de Faria

A cartografia histórica e a história da cartografia da América portuguesa e do Brasil Império: um projeto de difusão do CRCH-UFMG
Antônio Gilberto Costa e Márcia Maria Duarte dos Santos

Coordenadora: Prof. Dr. Ana Maria de Almeida Camargo, DH/FFLCH/USP – Presidenta da Associação de Arquivistas do Estado de São Paulo

Mesa 8 – 10h30 às 12h30 – Sala 6
Mapas, Expedições e Etnocartografia

Expedições jesuíticas e cartografia americana: séculos XVII e XVIII
Artur Henrique Franco Barcelos

Cartografia na Comissão Rondon: "Redesenhando" o Mato Grosso e Regiões Circunvizinhas
Maria Gabriela de Almeida Bernardino

História e memória das representações cartográficas indígenas da terra indígena Karajá-Xambioá-Tocantins
Kênia Gonçalves Costa & Alex Ratts

Coordenador: Prof. Dr. Neil Safier, University of British Columbia

14h00 Mesa Redonda
Geografia cultural e narrativas visuais

Rios amazônicos em registros de demarcadores e naturalistas
Profa. Dra. Maria de Fátima Costa, UFMT

A Zona Tórrida das Luzes
Prof. Dr. Neil Safier, University of British Columbia

Las Indias olvidadas: Filipinas y América en la cartografía imperial española
Prof. Dr. Ricardo Padron , University of Virginia

Cartografía administrativa en América Española Borbónica
Profa. Dra. Jordana Dym, Skidmore College

Coordenadora: Profa. Dra. Iris Kantor, DH/FFLCH/USP

17h30 Atividade Cultural

Exibição do Documentário No caminho da Expedição Langsdorff (48 min)
Direção: Maurício Dias
Sala de Vídeo, DG

19h00 Conferência

Philologie et cartographie au XVIe siècle: la critique de l'histoire dans le Parergon et le Thesaurus geographicus d'Abraham Ortelius
Prof. Dr. Jean-Marc Besse, CNRS França

Apresentação: Prof. Dr. Vladimir Bartalini, FAU/USP

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Quarta-feira 28 abril

Comunicações Livres

Mesa 9 – 8h30 às 10h30 – Sala 9
Cartografia Seiscentista: Van Langren, Cristovão Bruno e os Teixeira Albernaz

A visão admirável e epistemológica sobre a pitoresca cartografia geográfica e artística de Van Langren
Mateus Aparecido de Moraes

Cristóvão Bruno e Michael Florent van Langren: dois mapas lunares e duas trajetórias na selenografia ibérica seiscentista
Thomás A. S. Haddad

Retratos da colonização: os mapas dos Teixeira Albernás e a contrução dos sentidos da América portuguesa seiscentista
Milena Fernandes Maranho

Cordeenador: Prof. Dr. Antonio Gilberto Costa, UFMG

Mesa 10 – 10h30 às 12h30 – Sala 9
Mapas e Navegação

Astros e rumos no atlas catalão. Uma reflexão sobre o saber no século XIV
Magali Gomes Nogueira

Espaço e experiência na cartografia náutica ibérica das Filipinas no século XVI. Para uma metodologia de desconstrução do mapa
Miguel José Rodrigues Lourenço

Cordeenador: Prof. Dr. Antonio Gilberto Costa, UFMG

Mesa 11 – 8h30 às 10h30 – Sala 8
Mapas e Cidades (I)

Análise das atividades econômicas na Cidade Nova (RJ) oitocentista
Patrícia Gomes da Silveira

Um olhar sobre Teresina a partir da cartografia urbana e evolução dos mapas
Christiane Carvalho Neres & Raimundo Lenilde de Araújo

Planejamento urbano, expansão colonial e relações de poder: planos de povoações nas fronteiras dos Impérios Ibéricos na América: vales dos rios Guaporé e Paraguai (ca. 1750-1800)
Francismar Alex Lopes de Carvalho

Nossa herança imperceptível: uma análise historiográfica da obra Collectanea de mappas de cartographia paulista antiga, organizada por Afonso de E. Taunay, em 1922
Airton José Cavenaghi

Coordenador: Prof. Dr. Paulo Garcés, Museu Paulista/USP

Mesa 12 – 10h30 às – 12h30 – Sala 8
Mapas e Cidades (II)

A expansão do sistema de abastecimento d'água da cidade do Rio de Janeiro (1723-1846)
Renato Coimbra Frias

A planta de Porto Alegre de 1839: mapa de uma cidade sitiada
Daniela Marzola Fialho

Construindo uma rede de propriedades históricas (Santo Antonio do Paraibuna, MG)
Rafael Martins de Oliveira Laguardia

Coordenador: Prof. Dr. Paulo Garcés, Museu Paulista/USP

Mesa 13 – 8h30 às 10h30 – Sala 6
Mapas Antigos, Técnicas Novas

A cartografia digital como ferramenta para a cartografia histórica
Jorge Pimentel Cintra

Resgate de mapas históricos da capitania de Minas Gerais em ambiente SIG
Leonardo Franklin de Carvalho e José Flavio Morais Castro

Coerência cartográfica de um mapa analógico: estudo da carta portulana de Paranguá-Cananéia de 1666
João Vitor Meza Bravo & Fernando Luiz de Paula Santil

Sobreposição da cartografia digital vetorial às cartas e mapas históricos da cidade de São Paulo
Reinaldo Paul Pérez Machado

Coordenadora: Prof. Dr. Ligia Barroso, DG/FFLCH/USP

Mesa 14 – 10h30 às 12h30
Anamorfose, Dioramas e Cartografia Temática

Um breve apanhado sobre a breve história da cartografia temática
Marcello Martinelli

Anamorfose como mapa: história, aplicativos e aplicações
Eduardo Dutenkefer

Mapas y dioramas: elementos para repensar la construcción cartográfica de la naturaleza y la naturaleza de los mapas
Sebastian Diaz Angel

Coordenadora: Prof. Dr. Ligia Barroso, DG/FFLCH/USP

14h00 Mesa Redonda
Independências, Fronteiras e Mapas Nacionais

Tradições cartográficas e fixação de fronteiras na independência brasileira: os mapas como um meio de delimitar o território
Profa. Dra. Enali Maria De Biaggi, Universidade de Lyon

Cartografía criolla en el periodo de la Independencia en la Nueva Granada
Prof. Dr. Mauricio Nieto Olarte, Universidade de Los Andes

A exposição nacional dos mapas municipais: a encenação nacionalista da imagem cartográfica
Profa. Dra. Maria do Carmo Gomes, Arquivo Municipal de BH

Marcas y Território: antiguas huellas sobre la pampa anterior
Teresa Zweifel

Coordenador: David Ramírez, DG/FFLCH/USP

17h30 Atividade Cultural

Exibição do Documentário No caminho da Expedição Langsdorff (48 min)
Direção: Maurício Dias
Sala de Vídeo, DG

19h00 Conferência

La cartografia de los ingenieros militares en Nueva España en el siglo XVIII
Prof. Dr. Omar Moncada Maya, Universidade do México

Apresentação: Prof. Dr. Marcello Martinelli, DG/FFLCH/USP

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Quinta-feira 29 abril

14h00 Mesa Redonda
Representações do Território e Cartografia Urbana no Século das Luzes

Os mapas do Mato Grosso: o território como projeto
Profa. Dra. Renata Malcher de Araujo, Universidade do Algarve

As vilas e seus territórios na cartografia mineira setecentista
Profa. Dra. Claudia Damasceno Fonseca, Universidade de Paris 3 – Sorbonne Nouvelle

Iluminuras da sedição: a cartografia de José Joaquim da Rocha
Profa. Dra. Junia Ferreira Furtado, UFMG

El damero en discusión: prácticas espaciales y cartografia urbana em Lima Tardo Virreinal
Prof. Dr. Isaac D. Sáenz, Universidade Nacional de Engenharia do Peru

Coordenadora: Profa. Dra. Beatriz P. Siqueira Bueno, FAU/USP

17h30 Atividade Cultural

Exibição do Documentário No caminho da Expedição Langsdorff (48 min)
Direção: Maurício Dias
Sala de Vídeo, DG

18h00 Lançamento de Livros

O Brasil nos Velhos Mapas
Jaime Cortesão

Dois séculos de projetos no Estado de São Paulo: grandes obras e urbanização
Nestor Goulart Reis Filho

Geografia, tradições e perspectivas. A presença de Pierre Monbeig
Amália Inês G. de Lemos e Emerson Galvani

Desenhando São Paulo: Mapas e Literatura 1877-1954
Maria Lucia Passos

Anais do II Encontro Nacional de História do Pensamento Geográfico
Manoel Fernandes de Sousa Neto e Paulo Bomfim

Ver a Terra: seis ensaios sobre a paisagem e a geografia
Jean-Marc Besse

Anais do Museu Paulista, v. 17, nos 1 e 2, 2009.
Dossiê Especial de História da Cartografia, org. Iris Kantor e Beatriz Bueno

Bandeirantes Paulistas no Sertão do São Francisco: Povoamento e Expansão Pecuária de 1688 a 1734
Márcio Santos

Orden Natural y Orden Social: ciencia y política en el Semanario del Nuevo Reyno de Granada
Mauricio Nieto Olarte

19h00 Conferência

Ao serviço da ciência e da diplomacia: a História do Brasil nos velhos mapas de Jaime Cortesão
Prof. Dr. Francisco Roque de Oliveira, Universidade de Lisboa

Jaime Cortesão e os Velhos Mapas
Prof. Dr. João Carlos Garcia, Universidade do Porto

Recordações de um aluno do primeiro curso de história da cartografia do Itamaraty
Almirante Max Justo Guedes

Apresentação: Profa. Dra. Vera Lúcia do Amaral Ferlini, DH/Cátedra Jaime Cortesão/USP

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Sexta-feira 30 de abril

9h00 Mesa Redonda
Bancos de Dados, Acervos Cartográficos e Novas Tecnologias

El eco de cartas y mapas en los caminos de la memoria
Prof. Dr. Jorge Cruz, Arquivo Nacional de Cuba

Neo-Geografias, Notopia, Mapas Culturais e GIS da Próxima Geração
Dr.Dr. Fivos Papadimitriou, Professor-Conselheiro, Universidade Aberta de Grecia

Biblioteca Digital de Cartografia Histórica: informação geográfica, contexto social e cartobibliografia
Profa. Dra. Iris Kantor, DH/FFLCH/USP

Informatização e espacialização da Série das Obras Particulares do Arquivo Histórico Municipal Washington Luís: desafios e linhas de investigação possíveis
Profa. Dra. Beatriz P. Siqueira Bueno, FAU/USP

Cartografia paulistana – organização dos acervos da Prefeitura de São Paulo
Prof. Dr. Walter Pires, Departamento do Patrimônio Histórico de SP

Coleções cartográficas do Museu Paulista e novas perspectivas de curadoria de acervos museológicos
Prof. Dr. Paulo César Garcez Marins, MP/USP

Coordenador: Prof. Dr. Reinaldo Paul Pérez Machado, DG/FFLCH/USP

14h00 Mesa Redonda
Cartografia e Representação da Natureza

A paisagem natural do nordeste do Brasil segundo o "Mapa de Marcgrave" (c.1643)
Prof. Dr. Dante Martins Teixeira, Museu Nacional do Rio de Janeiro

Representações de animais e plantas em iluminuras de alguns mapas do século XVI
Prof. Dr. Yuri Tavares Rocha, DG/FFLCH/USP

Coordenadora: Profa. Dra. Fernanda Padovesi Fonseca, DG/FFLCH/USP

16h00 Conferência de Encerramento

Cartografia e Arqueologia – O Bairro do Pilar no Recife
Prof. Dr. José Luiz Mota de Menezes, UFPE

Do gabinete aos trabalhos de campo: a cartografia como base para escavações arqueológicas
Prof. Dr. Marcos Albuquerque, Coordenador do Laboratório de Arqueologia, UFPE

Apresentação: Prof. Dr. Antonio Carlos Robert Moraes, DG/FFLCH/USP

19h00 Sessão Plenária de Encerramento

Comissão científica do 3°SIAHC

Comissão organizadora do 3°SIACH

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Sábado 1 de maio

9h00 – Saída de Campo

Um olhar geográfico sobre o centro de São Paulo
Prof. Francisco Capuano Scarlato

Percurso: Avenida Paulista, Bexiga, centro histórico, Mercado Municipal e Pinacoteca.

[Sinpro-Rio] A questão nacional na América Latina (ou em "Nuestra America")



A questão nacional na América Latina
(ou em "Nuestra America")

Do nacional-Estatismo ao nacionalismo popular e revolucionário (1930-2000)

Equipe responsável
Coordenação: Professor Daniel Aarão Reis (doutor em História Socail/USP e professor de História Contemporânea/UFF).
Professores: Daniel Aarão Reis, Norberto Ferreras, Mariana Bruce e Emilly Feitosa.

Público alvo
professores e estudantes de História, Ciências Sociais e Ciências Humanas.

Objetivo
estudar criticamente as tradições nacional-estatistas e nacionalistas-populares e revolucionárias em "Nuestra America", desde os anos 1930, passando pelas experiências de 1959 (Revolução Cubana) até as atuais, conhecidas como Revolução Bolivariana.

Conteúdos
Unidade I: As tradições nacional-estatistas dos anos 1930: Varguismo, Peronismo e Cardenismo. Discussão do conceito de populismo;
Unidade II: O nacionalismo popular e revolucionário: os anos 1950 e a Revolução Cubana. Nacionalismo e Socialismo
Unidade III: As experiências bolivarianas atuais e a redinamização do nacionalismo popular e revolucionário

Carga horária
20h

Dias e Horários
Quartas-feiras: 28 de abril, 5, 12, 19, 26 de maio e 2, 9 e 16 de junho das 18 às 20h30

Local
Sede - Rua Pedro Lessa, 35 - 3º andar, Centro (próximo ao metrô Cinelândia)

Vagas
Máximo: 25
Mínimo: 10

Valor
Sindicalizado: R$ 120
Não Sindicalizado: R$ 240
Associado de outra entidade de professor ou professor maior de 60 anos: R$ 150
Pode ser parcelado em até 3x no cartão ou cheque.

Dúvidas? Entre em contato!

SEDE CENTRO: 3262-3440 - escola@sinpro-rio.org.br

SUBSEDE BARRA DA TIJUCA: 2438-2457 - 2497-3710 - barra@sinpro-rio.org.br

SUBSEDE CAMPO GRANDE: 2415-4686 - 3402-1768 - campogrande@sinpro-rio.org.br

SUBSEDE MADUREIRA: 3350-6233 - 3350-6255 - madureira@sinpro-rio.org.br





III Seminário de Geografia, Turismo e Patrimônio Cultural

13 e 14 de maio, UNICAMP, Campinas/SP 

 
A emergência de um ideário de preservação do patrimônio cultural vem mobilizando, nas últimas décadas, diferentes setores da sociedade, como vários órgãos governamentais,  organizações da sociedade civil e  agentes econômicos. A aproximação de diversas práticas socioespaciais com o tema da preservação e da valorização do patrimônio cultural tem gerado uma diversificação do público que interage com a questão patrimonial e ampliado as pesquisas e reflexões sobre o tema, em diversas disciplinas das ciências humanas e naturais.

Essas reflexões estão avançando nas análises a respeito da relação entre o patrimônio cultural e os diversos agentes sociais que participam dos processos de preservação, valorização e atribuição de novos usos e significados ao patrimônio, de acordo com as realidades políticas, econômicas e culturais em que os bens patrimonializados se inserem. Despontam, nesse cenário, várias perspectivas e possibilidades inovadoras de análise e uma delas se encontra no olhar que busca apreender as relações entre a preservação patrimonial, as práticas turísticas e as políticas de planejamento do território.

O III Seminário de Geografia, Turismo e Patrimônio Cultural, ao dar continuidade aos debates desenvolvidos nos eventos anteriores, realizados em 2004 e 2005, busca contribuir com o aprofundamento dessas questões e se constituir em espaço de discussão sobre os nexos existentes entre patrimônio cultural, turismo e usos do território. Essa edição do evento dará ênfase às associações entre a preservação e a refuncionalizaçã o dos bens patrimonializados e a urbanização e a gestão contemporânea de cidades, ampliando  os debates sobre as intervenções em centros históricos, a produção de imagens urbanas e as políticas de turismo em áreas preservadas.
 
A programação completa e as inscrições no evento estão disponíveis no site do III Seminário. Para maiores informações, escreva para geografiaturismoepa trimonio@ gmail.com

O OLHAR DE UM PROFESSOR DE GEOGRAFIA

quarta-feira, 21 de abril de 2010


Por Celso Antunes


Pense em um cientista debruçado sobre um microscópio e acompanhando com atenção e interesse a evolução de uma célula qualquer. Com essa descrição não é possível saber em qual ramo das ciências se concentra seu estudo, mas uma coisa é certa. Esse cientista, provavelmente, não é um geógrafo, pois Geografia é a ciência dos espaços amplos, das grandes paisagens. Um biólogo, por exemplo, pode dedicar sua vida de pesquisas a uma folha ou a único inseto. Um geógrafo não ignora essa folha e esse inseto, mas o examina no amplo contexto da paisagem em que o inseto ou a folha se encontram e qual o papel deste contexto sobre sua vida e o papel de sua ação transformando esta paisagem. 
Para o biólogo a folha e sua árvore, o inseto e seu habitat, para o geógrafo a paisagem vegetal e seu espaço, o mundo animal e suas correlações com a natureza e com as pessoas. 
Esse cuidado é sempre muito importante para quem ensina a Geografia. Não existe um fato geográfico em um único fenômeno, seja esse acidente um planalto ou uma cidade, e sim na análise cuidadosa desse fenômeno interagindo com seu entorno e suas muitas relações com as pessoas. 
Um vulcão, por exemplo, torna-se “fato geográfico” quando se localiza o lugar em que está, quando se examina suas características e origem, se percebe sua ação e os riscos sociais da mesma. Quando se examina a lava que expeliu e que, tempos depois, se transformou em solo, justificando a ocupação humana e a atividade agrícola, exigindo estradas e tornando viável o comércio dos produtos que se cultiva e de outros tantos necessários a esses agricultores. Como bem explicava o geógrafo Milton Santos (SANTOS, MILTON. A natureza do espaço: técnica e tempo: razão e emoção. São Paulo, Hucitec, 1996) o espaço geográfico é a configuração territorial dos objetos geográficos e seu conteúdo social, a vida que lhes dá sentido e os anima. No exemplo do vulcão citado, é ele o “objeto geográfico” e é a análise de seu “conteúdo social” que lhe dá sentido e o anima.
Um professor de Geografia, quando contempla qualquer morro, logo pensa em globalização, aparentemente distante de seu olhar, mas sabe que a distância apenas se aparenta, pois quem no morro mora usa coisas que compra na cidade ativando comércio, agitando importações. Para as pessoas comuns, o morro que este professor enxerga é somente morro, somente floresta, somente rancho, quem sabe? 
Mas, como professor de Geografia que é, aprendeu que terras e homens se integram e nessa interação muitas vezes o clima ou a selva calam o homem, mas este, com suas ferramentas, modela e esculpe novas naturezas, alterando o clima, domando selva, que não se imaginou contida. Na simplicidade das pessoas que habitam morro, se mostra presente a China e a Tailândia, a Coreia e o Paraguai. O morro que agora olha é espaço geográfico, é fato que esculpe interações. 


Celso Antunes é bacharel e licenciado em Geografia pela Universidade de São Paulo, mestre em Ciências Humanas e especialista em Inteligência e Cognição. Membro consultor da Associação Internacional pelos Direitos da Criança Brincar, reconhecida pela UNESCO, é autor de cerca de 180 livros.  
Matéria publicada na Revista Direcional Educador - Edição 63 de abril/2010  

Mesa Redonda - Geografia e História - Uerj - 26 de abril

terça-feira, 20 de abril de 2010

Vem aí o Seminário "O desafio de educar" - 14 e 15/05

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Teoria geográfica de paisagem: Uma abordagem que ressurge com inovação na didática

domingo, 18 de abril de 2010

Este método tem alcançado bons resultados na aplicação de temas geográficos planejados para as aulas. paisagens, urbanas, naturais e culturais oferecem novas visões no aprendizado e definições geográficas nas demarcações do país.

A paisagem compreende um sistema, pois contém elementos naturais, artificiais e humanizados que estão em diferentes estágios de transformação. Por se acumularem e interagirem entre si; representam a dinâmica do território e o acúmulo de mudanças através do tempo; sendo assim, balizador para as atividades e para as aulas. Mas se não for trabalhada em etapas, de forma a ser perceptível ao aluno, as transformações, ao longo do tempo, tornar-se-ão apenas mais uma atividade lúdica sem base conceitual", é o que afirma a Professora e Coordenadora do Colégio Rio Branco , Unidade Granja Vianna, Nora Keite Sampaio.

Entre conversas e pesquisas, estudiosos do assunto somam as mais diferentes experiências com equipes de alunos em seus sistemas didáticos, englobando assuntos multidisciplinares, que mostram as diferentes linhas do pensamento geográfico e apresentam diferentes categorias, de acordo com o espaço, região, lugar e paisagem a serem estudados.
Seria como compará-las às imagens e relevos de fotografias? Para a maioria das análises realizadas sim, pois a paisagem como as outras categorias apresentam muitas definições, cujos elementos naturais e antrópicos (que tem influência do homem) são considerados no planejamento de atividades, acordo com a forma em que os temas são vistos. Entre alguns relatos, a paisagem urbana pode ser entendida como paisagens naturais e culturais, levando em conta, as modificações dos elementos naturais, de acordo com aspectos culturais, econômicos e sociais, além das diferentes formas de analisar, visualizar e perceber a paisagem geográfica de cada região.
Para a Professora Nora Keite, que também é Bacharel em Geografia pela FFLCH - USP, "a interpretação da paisagem pode acontecer por meio de fotografia; filmes e obras de arte, o que fundamenta também a importância dos Estudos de Meio, também conhecido como Trabalho de Campo.
Ao especificar os fenômenos naturais e os diferentes níveis de interferência da sociedade, em relação à natureza, a observação direta em campo é imprescindível. É o que nossos alunos vivenciam ao visitar paisagens do Cerrado, no Estudo do Meio no Pantanal e podem comparar com a Mata Atlântica, o que é muito alterada na cidade em vivemos', explica.

Fonte: http://conhecimentopratico.uol.com.br/geografia/mapas-demografia/29/artigo158402-1.asp

ROTEIROS GEOGRÁFICOS DO RIO NO VIRADÃO CARIOCA


ROTEIROS GEOGRÁFICOS DO RIO (PROJETO DE EXTENSÃO DO INSTITUTO DE GEOGRAFIA DA UERJ –UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO)

23  E 24  de abril de 2010 - TODOS OS EVENTOS SÃO GRÁTIS
http://www.roteiros.igeog.uerj.br    cel. 88717238     twitter @roteirosgeorio

## Caminhando entre Luzes no Centro do Rio à Noite (roteiro a pé com explanação sobre a gênese, permanência e metamorfoses ocorridas em parte da urbe carioca); dia 23 de abril de 2010, encontro 19 horas nos degraus da Casa França-Brasil. Inscrições em aberto – uso de megafone nos espaços coletivos. 
## As Catedrais de São Sebastião do Rio de Janeiro (roteiro a pé explorando a geografia, a religiosidade, a arquitetura, as simbologias e outros enfoques no Centro da nossa Sebastianópolis); dia 24 de abril de 2010, encontro 9 e 30 da manhã em frente à Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, situada à Rua Uruguaiana, no Centro. Inscrições em aberto – uso de megafone nas ruas. 
## Descortinando as Geografias do Catete, Flamengo e Glória (roteiro a pé com explanação sobre a gênese, permanência e metamorfoses ocorridas em parte da  urbe carioca); dia 24 de abril de 2010, encontro 15 horas.  Inscrições em aberto – uso de megafone nos espaços coletivos. 

CAMINHANDO ENTRE LUZES NO CENTRO DO RIO À NOITE
Dia 23 de abril  de 2010 (sexta-feira)
ENCONTRO: 19 horas da noite  - DEGRAUS  DA CASA FRANÇA-BRASIL
ITINERÁRIO: LUMINOSO CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL –  FRANÇA-BRASIL DO RIO JOANINO –– IGREJA NOSSA SENHORA DA CANDELÁRIA, FONTE DE LUZ E DE FÉ  – O ILUMINAMENTO DO CENTRO CULTURAL DOS CORREIOS – RUA PRIMEIRO DE MARÇO – O FOCO DE LUZ DISTANTE E PERMANENTE DO ANTIGO SENADO E DA CATEDRAL DE BENEDITO E DA SENHORA DO ROSÁRIO – O DIÁLOGO DO RIO COLONIAL COM A CIDADE MARAVILHOSA – O VARANDÃO DO CENTRO CULTURAL DA JUSTIÇA ELEITO RAL - RUA DO OUVIDOR, LOGRADOURO INICIAL DA ILUMINAÇÃO A GÁS E DA ENERGIA ELÉTRICA NO ESPAÇO COLETIVO CARIOCA, DE MACHADO DE ASSIS E CHIQUINHA GONZAGA, BEM COMO DOS PRIMEIROS ACORDES DO CARNAVAL CARIOCA, DAS LUTAS PELO ABOLICIONISMO E A REPÚBLICA E DAS  CONFEITARIAS E LOJAS ELEGANTES – O BRILHO DAS ESTRELAS  C ÁRMEN E AURO RA MIRANDA NO SOBRADO DA TRAVESSA DO COMÉRCIO – O I LUMINAMENTO DA ANTIGA CATEDRAL DA SÉ/IGREJA DO CARMO – DE VOLTA À CLARIDADE DO  CONVENTO DOS CARMELITAS – PAÇO IMPERIAL E DA LUMINAR ISABEL DE BOURBON E BRAGANÇA – OS REFLETORES SOBRE TIRADENTES E ALERJ – O BRILHO E O REQUINTE DOS ANTIGOS MINISTÉRIOS DA FAZENDA, DO MEC E A AUSTERIDADE DO MINISTÉRIO DO TRABALHO – LUZIA DOS SANTOS E GEOGRÁFICOS OLHARES (DE FERNÃO DE MAGALHÃES AOS ATERROS QUE A AFASTARAM DO MAR) – A ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS - AS NOVAS TORRES DA ESPLANADA DO CASTELO - O UNIVERSO DE EXTREMA LUMINOSIDADE DA CINELÂNDIA E SEUS MAJESTOSOS PRÉDIOS – A ILUMINÂNCIA  DO   JOVEM THEATRO MUNICIPAL E DA BIBLIOTECA NACIONAL, O BOÊMIO AMARELINHO, A CÂMARA DOS VEREADORES/PALÁCIOPEDRO ERNESTO,   O CENTRO CULTURAL DA JUSTIÇA FEDERAL, O ETERNO E RESPLANDESCENTE CINE ODEON – METRÔ, UMA SENTINELA LUMINOSA A NOS CONDUZIR POR LUNARES E ENSOLARADAS GEOGRAFIAS. 
Trata-se de mais uma iniciativa do Projeto de Extensão ROTEIROS GEOGRÁFICOS DO RIO
UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
CTC – INSTITUTO DE GEOGRAFIA - IGEOG
Coordenação: Prof. Dr. João Baptista Ferreira de Mello
Bolsistas:  Ricardo Brenelli,   Ivo Venerotti,  Stephane Amaral, Yan Amarante, Laura Gondim, Laíne Reis de Moura, Josiana Gualandi,Davyd Souza, Alex Rodrigues Oliveira, Carla Monteiro Sales, Juliana Araújo Peres
Inscrições: roteirosgeorio@uol.com.br; celular: 88717238 – GRÁTIS
Com tempo chuvoso, roteiro cancelado.

AS CATEDRAIS DE SÃO SEBASTIÃO DO RIO DE JANEIRO
Roteiro a pé, grátis - dia 24 de abril de 2010 (sábado)
Encontro: 9 HORAS E TRINTA MINUTOS  - em frente à Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos (rua Uruguaiana)
Itinerário: Igreja das Irmandades Negras de Rosário e Benedito  (abrigou a Catedral de São Sebastião entre 1737 e 1808), templo no qual a Corte Portuguesa agradeceu a viagem bem sucedida em março de 1808 e, mais tarde, tornou-se sede da Câmara – Rua da Vala/Rua Uruguaiana (metrô do Rio de Janeiro) - Rua do Rosário – Igreja de Santa Cruz dos Militares (abrigou a Catedral de São Sebastião de 1734 a 1737) – Rua 1º de Março – Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé e do batizado de Isabel de Bourbon e Bragança (abrigou a Catedral de São Sebastião de 1808 a 1976) – Rua Sete de Setembro (antiga Rua do Cano) – a requalificação da Rua da Quitanda – Rua São José – Largo da Carioca – Esplanada de Santo Antônio – Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro (sagrada a o final dos a nos setenta) 
UERJ – UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
INSTITUTO  DE  GEOGRAFIA 
Coordenação:  Prof.  Dr.  João  Baptista  Ferreira  de  Mello
Bolsistas:  Ricardo  Brenelli,   Ivo Venerotti,  Stephane Amaral, Yan Amarante, Laura Gondim, Laíne Reis de Moura, Josiana Gualandi,Davyd Souza, Alex Rodrigues Oliveira, Carla Monteiro Sales, Juliana Araújo Peres
Colaboração das mestrandas:  Melissa Anjos   e   Olga Maíra Figueiredo
Inscrições: roteirosgeorio@uol.com.br   e  (21)  8871 7238 – GRÁTIS
Com tempo chuvoso, roteiro cancelado

DESCORTINANDO AS GEOGRAFIAS DO CATETE, FLAMENGO  E  GLÓRIA
ENCONTRO: DIA 24 DE ABRIL DE 2010 (SÁBADO) – ÀS 15 HORAS – NO ALTO DO ADRO DA IGREJA DE NOSSA SENHORA DA GLÓRIA
ROTEIRO: Igreja da Glória (visita) – Plano Inclinado - Praça do Russel – Memorial Vargas (visita) -   Flamengo (Uruçumirim dos indígenas e Henriville da França Antártica) - Castelinho (visita) – Rua Dois de Dezembro, Travessa Pinheiro, Rua Machado de Assis, Galeria do Cinema São Luis - Largo do Machado, Rua Bento Lisboa - Rua Artur Bernardes - Rua do Catete – Museu da República (antigo Palácio do Governo Federal)
INSTITUTO  DE  GEOGRAFIA 
UERJ – UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Coordenação:  Prof.  Dr.  João  Baptista  Ferreira  de  Mello
Bolsistas:  Ricardo  Brenelli,   Ivo Venerotti,   Stephane Amaral, Yan Amarante, Laura Gondim, Laíne Reis de Moura, Josiana Gualandi, Davyd Souza, Alex Rodrigues Oliveira, Carla Monteiro Sales, Juliana Araújo Peres
Colaboração das mestrandas:  Melissa Anjos  e   Olga Maíra Figueiredo
Inscrições:   e  (21)  8871 7238 –
Com tempo chuvoso, roteiro cancelado
 TV GLOBO - ROTEIRO NOTURNO NO CENTRO DO RIO A PÉ - UERJ - JORNAL DA GLOBO
ROTEIRO DAS LUZES NA CAPA DA UOL, EM 10 DE SETEMBRO DE 2009
O “Roteiro das Luzes”, iniciativa do Departamento de Geografia da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), conduz  turistas e moradores da cidade para um passeio histórico pela região central. Monumentos, igrejas e prédios históricos estão no passeio gratuito que dura cerca de duas horas. Reportagem: André Naddeo.
ROTEIRO NOTURNO NO CENTRO DO RIO A PÉ – TV BRASIL

TV GLOBO - ROTEIRO NOTURNO NO CENTRO DO RIO A PÉ - UERJ - JORNAL DA GLOBO - 19/05/2009 http://g1.globo.com/jornaldaglobo/0,,MUL1160470-16021,00-AS+BELEZAS+DE+UM+PASSEIO+NOTURNO+PELO+RIO+DE+JANEIRO.html

JORNAL DA GLOBO – REDE GLOBO DE TELEVISÃO 19/05/2009

NEGRAS GEOGRAFIAS 13.05.2008 TV BRASIL

JORNAL O GLOBO - 25 DE AGOSTO DE 2009 - Caminhada conta a história da cidade a partir de suas luzes


ROTEIROS GEOGRÁFICOS PREPARA MARATONA 28.02.2007

JORNAL DO BRASIL - CENTRO BRILHA À NOITE - PROJETO DA UERJ PERCORRE do CENTRO DO RIO

http://www.governo.rj.gov.br/noticias.asp?N=57120    445 anos de RIO – PORTAL DO
GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

RIO DE JANEIRO, CIDADE MAIS FELIZ DO MUNDO
FONTE: REVISTA FORBES (SETEMBRO DE 2009)
Reveja o anúncio da vitória brasileira Olimpiadas Rio de Janeiro 2016. BRASIL

as favelas do Rio em 1952 – filme Tudo Azul (acervo pesquisador Cezar Sepúlveda)

matéria realizada pela TV UERJ On-line, da Faculdade de Comunicação Social (FCS), 15 de novembro de 2009. Roteiro “Celebrando os 120 Anos de República – a Ordem e o Progresso na Geografia do Rio”.
Em breve, MIL ANOS DE MPB”, NA UERJ
 http://www.roteiros.igeog.uerj.br      celular: (21) 88717238