Atividades de Fusos Horários – Profª Dídima

terça-feira, 23 de agosto de 2011

I Seminário Latino-Americano de Geografia e Gênero: Espaço, Gênero e Poder, PUC-Rio, 8-11nov

terça-feira, 9 de agosto de 2011


I Seminário Latino-Americano de Geografia e Gênero: Espaço, Gênero e Poder / Pré-encontro da Conferência Regional da União Geográfica Internacional: Conectando diferenças através de fronteiras espaciais

PUC - Rio de Janeiro

novembro 8, 2011 – novembro 11, 2011


I Seminário Latino-Americano de Geografia e Gênero: Espaço, Gênero e Poder / Pré-encontro da Conferência Regional da União Geográfica Internacional: Conectando diferenças através de fronteiras espaciais
I Latin American Geography and Gender Seminar : Space, Gender and Power / Regional Conference of the International Geographical Union Pre- Meeting

Instituições: PUC- Rio / UEPG / UGI

PROGRAMAÇÃO / SCHEDULE :
8 de novembro de 2011 / November 08, 2011
18:00-19:00
6p.m-7p.m
Abertura com organizadores locais e presidente da UGI – Comissão de Gênero
Event opening with local organizers and UGI president – Gender Commission
19:00-21:00
7pm - 9pm
Conferência de abertura / Homenagem / Opening Conference/ Tribute
Janice Monk (University of Arizona). Título / Title: Colocando Gênero na Geografia: Política e Prioridades / Placing Gender in Geography: Politics and Priorities .
Rosa Ester Rossini (USP)
21:00-23:00
9pm-11pm
Coquetel – Lançamento livros – Atividade Cultural
Cocktail - Book Launch – Cultural Activity
9 de novembro de 2011 / November 9, 2011
9:00–12:00
9am-12pm
Mesa Redonda 1 – Espaço escolar, gênero e sexualidades
Roundtable 1 – School, gender and sexuality
Coordenador / Coordinator: Augusto Cesar Pinheiro da Silva (PUC-RIO).
Membros / Members / Título / Title:
Lúcia Facco (UERJ): Era uma vez um casal diferente: a temática homossexual na educação literária infanto-juvenil / Once upon a time a different couple: homosexual thematic in literary education of children and teenagers.
Claudia Reis (UERJ): Borrando fronteiras: uma visão ampliada entre sexualidades e escolas / Blurring boundaries: a broader view of sexualities and schools
Eduarda Ferreira (Universidade Nova de Lisboa):Questões de género e orientação sexual em espaço escolar / Gender and sexual orientation in schools
Gill Valentine (University of Leeds): Vivendo a diferença: a educação e a intersecção de gênero e heteronormatividade / Lived difference: education and the intersection of gender and heteronormativity.
14:00-17:00
2pm-5pm
Grupos de Trabalho / Working Groups
Coordenadores / Coordinators: Ivaldo Lima (PUC-Rio), Marcelo Alonso Morais (CPII).
10 de novembro de 2011/ November 10, 2011
9:00–12:00
9am-12am
Mesa Redonda 2 – Espaços generificados e poder
Roundtable 2 – Gendered spaces and Power
Coordenadora: / Coordinator: Denise Pini Rosalem (PUC-Rio)..
Membros / Members: / Título / Title:
Diana Lan (Universidad Nacional del Centro de la Província de Buenos Aires):Género y violencia. Una ostentación de género en cada concepto / Gender and violence: An ostentation of gender in each concept
Maria das Graças Silva Nascimento Silva (UNIR): Geografia e Gênero em Assentamentos Rurais: Espaços de Poder / Geography and Gender in Rural Settlements: Spaces of Power.
Susana Maria Veleda da Silva (FURG): Mulher e trabalho: novos e velhos dilemas / Women and work: new and old dilemmas
Maria Dolors Garcia Ramon (Universidad Autónoma de Barcelona): Geografia feminista desde los márgenes: cuestionando la hegemonia angloamericana / Feminist Geography from the borders: Questioning Anglo-American hegemony .
14:00-17:00
2pm-5pm
Grupos de Trabalho / Working Groups
Coordenadores / Coordinators: Regina Célia de Mattos; (PUC-Rio). Alides Baptista Chimin Jr (UEPG); Alex Ratts (UFG).
11 de novembro de 2011/ November 10, 2011
9:00–12:00
9am- 12pm
Mesa Redonda 3– Geografia, gênero e sexualidades
Roundtable 3 – Geography, gender and sexuality
Coordenador / Coordinator: Joseli Maria Silva (UEPG).
Membros / Members / Título / Title:
David Bell (University of Leeds): Geografias das Sexualidades: Reflexões e Perspectivas / Geographies of Sexualities: Reflections and Prospects.
Jon Binnie (Manchester Metropolitan University): Repensando a Nação nas Geografias das Sexualidades./ Rethinking the Nation in Geographies of Sexualities'.
Marcio Jose Ornat (UEPG): Território Descontínuo e Prostituição Travesti no Sul do Brasil / Discontinuous Territory and Tranvestite Prostitution in Southern Brazil
Paulo Jorge Vieira (Universidade de Lisboa): Prazeres, posições e pontos cardeais: o “norte”e o “sul”das geografias das sexualidades / Pleasure, positions and cardinal points: the "North" and the "South" of geographies of sexualities.
14:00-17:00
2pm-5pm
Grupos de Trabalho / Working Groups
Coordenadores / Coordinators: Miguel Ângelo Ribeiro (UERJ); Rodrigo Rossi (UEPG); Benhur Pinós da Costa (UFSM)
18:00–20:00
6pm-8pm
Conferêcia de Encerramento / Enceramento do Evento
Closing Conference / Event Closing
Robyn Longhurst (University of Waikato) / Título / Title: Vergonha e orgulho: mães solteiras contam suas histórias sobre o ensino superior / Shame and pride: Sole mothers tell their stories about tertiary education.
Objetivos do evento / Goals of event:
- Ampliar o campo teórico-metodológico da geografia latino-americana a partir da abordagem de gênero em sua dimensão espacial.
- Increase the theoretical and methodological field of the Latin American Geography from gender approach in its spatial dimensions.
-Promover a discussão entre pesquisadores de diferentes países e procedências institucionais sobre a temática de gênero e sexualidades.
- Promote discussion between researchers from different countries and institutions on gender and sexualities issues.
-Consolidar as relações de produção científica entre grupos de pesquisa nacionais e internacionais.
- Strengthen the scientific production relations between national and international research groups.
-Aprofundar o conhecimento da produção científica que co-relaciona gênero e sexualidades com os conceitos fundantes da geografia.
- Deepen the knowledge of scientific production that co-relates gender and sexualities with the foundational concepts of geography.
 

Pedagogia da Geografia

terça-feira, 14 de junho de 2011

O CASAMENTO DA GEOGRAFIA TRADICIONAL COM A EDUCAÇÃO TRADICIONAL

Colocado o papel do ensino de Geografia no mundo atual e o contexto alienante em que a Educação está inserida, é necessário pensarmos no rompimento desse processo de alienação. A Geografia, mesmo dentro desse contexto, não pode e não deve permitir que os alunos saiam da escola reproduzindo um sistema que os sufoca.
É sabido que durante muito tempo o ensino de Geografia caracterizou-se por ser um ensino tradicional – fundamentado na Educação Tradicional – de uma Geografia Tradicional – ambos fundamentados no método positivista analítico dedutivo-indutivo.
Mas não há como negar que os pressupostos positivistas estão impregnados na escola tradicional, pois algumas práticas pedagógicas e teorias educacionais estão alicerçadas nesses pressupostos.
O objetivo da escola tradicional é a transmissão de conhecimento, ou seja, uma preocupação conteudista. Desta forma, o aluno é visto como um agente passivo, cabendo a ele decorar e memorizar o conjunto de conhecimentos significativos da cultura da humanidade previamente selecionados e transmitidos pelo professor em aulas expositivas. O mundo é uma externalidade ao aluno, ou seja, não é dada a ele a possibilidade de sua inserção no processo histórico.
Como não considera o processo histórico, a Educação Tradicional é extremamente estática e fragmentada.
A Geografia positivista reduz a realidade ao mundo dos sentidos. “Assim, para o positivismo os estudos devem restringir-se aos aspectos visíveis do real, mensuráveis, palpáveis. (...) A descrição, a enumeração e classificação dos fatos referentes ao espaço são momentos de sua apreensão”.
Essa postura tomada pela Geografia obedecia a lógica do contexto sociopolítico e econômico do momento em que foi institucionalizada no século XIX.
Podemos perguntar se esse atrelamento da Geografia ao modo de produção capitalista pode ser estendido para o século XXI? Acredito que sim.
Para o Estado, a Geografia tinha uma função ideológica claramente definida, ou seja, criar uma ideologia patriótica e nacionalista, conforme aponta Lacoste (1977).

Palestra "A atuação Docente em Geografia no Ensino Básico", com Luciana Arruda.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Palestra "A atuação Docente em Geografia no Ensino Básico", com Luciana Arruda.
Data: 15/06 - Quarta
Horário: 14 hs.
Local: UERJ/Maracanã - Auditório 71 - 7º andar.

AGB - Nota de Falecimento do Prof. Mauricio de Abreu

Ao Público da Geografia,

 

É com muito pesar que comunicamos o falecimento do Professor Maurício de Abreu na última quinta-feira. Geógrafo, dedicado aos estudos urbanos e históricos, tornou-se um dos grandes intelectuais no que diz respeito a temáticas como História da Cidade e Geografia do Rio de Janeiro. Além disso, era um grande entusiasta do trabalho de campo e uma pessoa correta e de grande humanidade enquanto profissional que formava futuros geógrafos. Autor do livro "Evolução Urbana do Rio de Janeiro", após 24 anos da sua publicação, ainda é a referência mais importante na Geografia, e muito provavelmente nos outros campos de estudo, sobre a evolução urbana carioca. Recentemente, Maurício de Abreu publicou outro livro, em dois volumes, intitulado "Geografia Histórica do Rio de Janeiro", que em 912 páginas apresenta um trabalho detalhado e fruto de uma intensa pesquisa sobre o surgimento e desenvolvimento da cidade.

Certamente, a Geografia perde um dos seus grandes intelectuais, porém, ganha novos desafios para dar continuidade e sistematizar os ensinamentos e os estudos realizados por este excelente Geógrafo.

 

Associação dos Geógrafos Brasileiros

Diretoria Executiva Nacional

Seção Rio de Janeiro

Seção Niterói

Pedagogia 3000 - Brasil: PROGRAMAÇÃO DO ENCONTRO (sujeita a alterações)

Pedagogia 3000 - Brasil: PROGRAMAÇÃO DO ENCONTRO (sujeita a alterações)

6º Encontro Internacional de Educação - PEDAGOGIA 3000


A Pedagogia da Geografia

quarta-feira, 25 de maio de 2011

A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA

Ensinar Geografia nos dias atuais requer dos professores a formulação de questões centrais, tais como: para que se ensina Geografia? Por que aprender Geografia?
Alguns autores acreditam que o ensino de Geografia seja fundamental para que as novas gerações possam acompanhar e compreender as transformações do mundo, dando à disciplina geográfica um status que antes não possuía.
A Geografia, necessariamente, deve proporcionar a construção de conceitos que possibilitem ao aluno compreender o seu presente e pensar o futuro com responsabilidade, ou ainda, preocupar-se com o futuro através do inconformismo com o presente.
Compreender a realidade significa pensar criticamente sobre ela. Geografia escolar pode também ser um instrumento de transformação, desde que se livre dos seus parâmetros tradicionais de pontos geográficos, rios, picos.
Callai (1998) aponta três motivos para se ensinar Geografia no sentido de compreender o mundo como totalidade. Assim, o primeiro motivo trata de conhecer mundo e obter informações a seu respeito. O segundo motivo é conhecer o espaço produzido pelo homem, as causas que deram origem às formas na relação entre sociedade e natureza. Por fim, o objetivo maior de ensinar Geografia é fornecer ao aluno condições para que seja realmente construída a cidadania.
Os argumentos sobre a importância ou o papel do ensino de Geografia nas escolas não podem ficar descolados do objetivo maior da Educação. De fato, não compete exclusivamente a essa disciplina o papel transformador da sociedade.
O que temos nesse silenciamento da voz da Educação é o impedimento de ações horizontalizadas, ou seja, ações pensadas e praticadas pelos professores, funcionários da Educação, alunos e comunidade. Temos, desta forma, apenas ações verticalizadas, isto é, engendradas por burocratas e altos funcionários dos poderes administrativos. O espaço escolar, nesse sentido, é repressivo e suas ações ultrapassam o limite de seus muros. Para Lefebvre (1977), a ação pedagógica corresponde e serve para reforçar a divisão do trabalho na sociedade burguesa capitalista.
Nesse sentido, acreditamos que é possível pensar na liberdade da Educação em relação ao capitalismo.
Contraditoriamente, a missão cultural do neoliberalismo, ou seja, o discurso único, nos dá as condições necessárias para a busca dessa “segunda consciência”, uma vez que cria – ideologicamente – o sentimento de impossibilidade de transformação.
O papel da Educação e, dentro dessa, o do ensino de Geografia é trazer à tona as condições necessárias para a evidenciação das contradições da sociedade a partir do espaço, para que no seu entendimento e esclarecimento possa surgir um inconformismo e, a partir daí, uma outra possibilidade para a condição da existência humana.

Geografia |  Fique por dentro

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Geografia | Fique por dentro

Geografia |  Gerenciamento de estresse em professores - As causas são nossas velhas conhecidas, o interessante é saber identificá-las para lidar com o estresse e ganhar qualidade de vida

Geografia | Gerenciamento de estresse em professores - As causas são nossas velhas conhecidas, o interessante é saber identificá-las para lidar com o estresse e ganhar qualidade de vida